O cirurgião dentista responsável por esta área é o protesista. Nos dias de hoje as próteses odontológicas convencionais estão ficando obsoletas frente aos implantes odontológicos.

As próteses móveis (dentaduras e próteses parciais removíveis com grampos) estão perdendo espaço para os implantes desde a metade do século passado, porem em alguns poucos casos os pacientes não apresentam condições gerais de saúde para receberem os implantes, então existe a necessidade da confecção das prótese convencionais, também se faz necessária a confecção destas próteses para o período de transição entre a colocação dos parafusos do implante e a instalação das próteses sobre os implantes, funcionando como próteses temporárias. A confecção das próteses convencionais é trabalhosa, com um passo a passo em boa parte artesanal, tanto para o cirurgião dentista que atende o paciente quanto para o protético no laboratório. Estas próteses em grande parte são confeccionadas em resina e devem ser trocadas com no máximo 3 anos de uso, por que há reabsorção do osso que a sustenta e os dentes feitos em resina sofrem desgaste, fazendo com que as próteses fiquem folgadas na boca e a mastigação prejudicada.

As próteses fixas perderam ainda mais espaço na odontologia moderna. Este tipo de prótese é confeccionada em resina acrílica quando temporária e em metal e cerâmica ou só em cerâmica quando definitiva. Os maiores problema desta prótese são os desgastes necessários para sua instalação (necessita de 2 dentes para servirem de pilar), em muitos casos há necessidade de se desgastar 2 dentes íntegros para a reposição de 1 dente faltante, o custo que se assemelha muito ao custo da colocação de um implante e a dificuldade para higienização fizeram com que os implantes se destacassem na reabilitação oral deixando este tipo de prótese em segundo plano.